Fashion and Sustainability

novembro 28, 2018




All pieces vintage.
Dress and Bag from Trash Vintage
Shirt from grandma's closet

It was really hard for me to understand where to start on these series about sustainability. There is so much I want to talk about.

It is really important that we look into the business of fashion, one that we all really love, with a critical mind. 
That we understand what is a t-shirt? Why does it cost x? What is it made of?
We all wear clothes and it's really imperative that we start to understand their impacts and make more informed decisions behind our shopping.

The democratization of fashion via lower prices it's not a sustainable model. If a business is built on fair wages and living within environmental limits then we cannot sell t-shirts at 3 euros, as we see in some fast fashion stores.

I've read a really interesting paper from the Environmental Audit Committee at Victoria and Albert Museum (find it here) where the Director at the Centre for Sustainable Fashion in the UK said
"With this idea of cheaper fashion, not only are we not getting better value, we are getting worse value, but it is also detrimental both for the makers and the wearers potentially. We have to change cultures and legislation also around advertising and what we are saying about this consumerist attitude—that more is better."

According to statistics we're now consuming 60% more garments than we did in 2000. By 2050 we will need three times the amount of resources if we are to try to satiate consumption levels with the business model that we are using. These clothes seem to be designed to last for very short periods of time. In a time in which it is imperative to take care of our natural resources and reduce carbon emissions, this is just not sustainable.

To start tackling this, I thought I should start from the beginning of the supply chain on fashion, it goes from sourcing raw materials, design and brands,  factories and labour, transport and carbon footprint, selling on stores and online, us as consumers and the life of an item and waste. So, I will start talking a bit better about raw materials and how to choose items by the materials in the next posts. 

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Tenho que admitir que começar a escrever esta série de publicações sobre sustentabilidade foi difícil. Perceber porque tópico começar, há tanto para falar sobre isto!

Em 2018 é muito importante que nós, como consumidores de moda, sejamos críticos em relação ao que compramos.
Temos que perceber o que é uma t-shirt? Porque é que custa x nesta loja e x noutra? De que é que é feita. Todos usamos roupas no dia-a-dia e é imperativo que comecemos a perceber o impacto do que compramos e começar a fazer decisões mais informadas.

A democratização da moda através de preços reduzidos não é um modelo sustentável. Se uma marca e as suas peças são criadas com base em salários justos e dentro dos limites ambientais então é impossível conseguir vender t-shirts a 3 euros como vemos em algumas lojas de fast fashion.

Eu li um paper muito interessante do Environmental Audit Committee que aconteceu no Victoria and Albert Museum em Londres (acedam aqui) onde a diretora do Centre for Sustainable Fashion no Reino Unido disse "With this idea of cheaper fashion, not only are we not getting better value, we are getting worse value, but it is also detrimental both for the makers and the wearers potentially. We have to change cultures and legislation also around advertising and what we are saying about this consumerist attitude—that more is better."

De acordo com as estatísticas, nós estamos a consumir mais 60% de roupa do que em 2000. Até 2050 vamos precisar de três vezes mais recursos para conseguirmos saciar os níveis de consumo com este modelo de negócio. As peças de marcas fast fashion foram desenhadas para durar muito pouco tempo, o que numa altura em que temos que respeitar os nossos recursos naturais e reduzir as emissões de carbono se torna insustentável.

Para começar a falar deste assunto, decidi começar pelo início de tudo, desde as fibras, design/marca, fábricas e mão-de-obra, transporte e pegada de carbono, venda em loja e online, nós como consumidores, vida após uso da peça. Sei que parece muito mas vou tentar falar disto tudo de uma forma leve e concisa. Nas próximas publicações falarei das fibras e dos tecidos e como perceber de que são feitas as peças que compramos.





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