Risk It

abril 27, 2017



Socks: Monki
Meias: Monki


Sometimes we know what we want but we don't go forward with it because we are too afraid to risk and put our vulnerability on the line. We spent hours thinking about everything that might go wrong and we exaggerate the consequences to an astronomical level. 
The thing we don't realize is how many good things this risk can bring us: good memories and happy times, an advance in the career or even stylish feet. 

Taking bold actions and simply 'going for it' it's a valuable lesson that I'm constantly learning everyday. 
From catching a plane to visit someone we love, deciding to go to a concert that takes place on that same day and, in this case, trying some funky eggs socks with my blue shoes. I've ticked all of these in the last month. What about you?
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Às vezes sabemos o que queremos mas não vamos em frente com as nossas ideias porque ficamos com medo de arriscar e expor a nossa vulnerabilidade. Perdemos horas a pensar sobre tudo o que pode correr mal e exageramos as consequências a um nível astronómico.
O que não percebemos na altura é as coisas boas que podem vir desse risco que tomamos: memórias felizes, um avanço na carreira ou, neste caso, uns pés com pinta. 

Tomar acções corajosas e simplesmente 'deixar-me levar' é uma lição valiosa que estou constantemente a aprender.
Desde apanhar um avião para visitar alguém de que gostamos, decidir ir a um concerto no próprio dia do mesmo, ou experimentar umas meias amarelas de ovos estrelados com os meus sapatos azuis.
Fiz todas estas no último mês e mal posso esperar para adicionar mais à minha lista. E vocês? 



Streetwear Revival

abril 19, 2017





Sweater: Burberry | Bomber: Bershka | Watch: Daniel Wellington
Camisola: Burberry | Bomber: Bershka | Relógio: Daniel Wellington

Streetwear began as a reaction to fashion, described as being anti-luxury and nonconformist, it is rooted in skate and hip hop culture. 
Recently, high fashion brands have been taking over it as a strategy to reach younger audiences and to achieve that anti-fashion fashion trend. Vetements, Supreme x Louis Vuitton, Balenciaga, they're all part of this revolution. 
Street and sportswear started at non fashion related communities that were looking for comfortable clothes that would fit to their daily lives and activities. It meant free and anti-cool.
As designer Craig Ford said "Streetwear meant something exciting outside of the grey drab reality of the '80s. Without being dictated to you by TV or you know, the media, so it felt pretty free and exciting."

I've to admit, I've always been one to look at sportswear a bit from outside, my hate for sports and being a self-described ballet girl, I've always been more for pretty dresses than sneakers and bombers. 
I think it's the origins of streetwear that really attract me to it, the freeness of it all, that and the perks of wearing comfortable sneakers and warm jackets on a day of hard work. 
I think I finally gave in to streetwear style.
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O streetwear começou como uma reação à moda, descrito como sendo anti-luxo e não conformista, as suas raízes estão na cultura skater e hip hop.
Recentemente, as grandes marcas de luxo de moda têm-se inspirado no streetwear de forma a alcançar um mercado mais jovem e alcançar uma tendência anti-fashion. Vetements, Supreme x Louis Vuitton e Balenciaga fazem parte desta revolução.
O sportswear e streetwear eram dois estilos de comunidades não ligadas à moda que procuravam conforto que se moldasse ao seu dia-a-dia. Significava livre e anti-cool. 
Tal como o designer Craig Ford descreve "Streetwear meant something exciting outside of the grey drab reality of the '80s. Without being dictated to you by TV or you know, the media, so it felt pretty free and exciting."

Tenho que admitir que sempre olhei o sportswear de lado, o meu ódio por desportos de competição e tendo sempre praticado ballet, a minha tendência era para escolher vestidos bonitos em vez de ténis e bombers
Mas acho que são as origens do streetwear que me atraem mais, a liberdade que nos proporciona, isso e as vantagens de usar ténis confortáveis e casacos quentinhos num dia de muito trabalho. 
Penso que finalmente cedi ao meu lado mais desportivo




Eating Oranges By The Sea

abril 12, 2017


ph Sofia

Dress: Fifth The Label
Vestido: Fifth The Label

You know that saying "You'll only realize how much you love something when you let it go"? Well, forget it. For me it was more the other way around and when I say 'something', I mean the sea and the beach.

This story starts last week, when the temperatures decided to go up after some dreary days of grey clouds and sadness. On that warm weekend I almost forgot the fact that now I live in Porto and that, unlike all the past years of my life, I could be by the beach in just fifteen minutes. 
During Saturday and Sunday you could see me wandering around the beach, while soaking in spring sun and finishing The Great Gatsby book.

This brings me back to my point: you only really love something ('the sea') until you realize how much you've been missing it by not living near it every day of your life. The sound of the tides, the feeling of the warm sand, it's all so soothing and relaxing. 
In the spirit of celebration in re-finding this love, I decided to watch the sunset by the water. 
The pale pink and blue colors reflected in the water, the sound of the tides and me peeling a fresh orange and sharing it with my friend Sofia by the sea. It was almost cinematic. 

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Sabem aquela frase em inglês "You'll only realize how much you love something when you let it go"?
Bem, para mim aconteceu tudo ao contrário, e quando digo 'algo'/'something' falo do mar e da praia.

Esta história começa na semana passada, quando as temperaturas decidiram subir depois de dias cinzentos de chuva e melancolia. Nesse fim de semana quente, quase me esquecia de que agora vivo no Porto e que, ao contrário dos anos que passaram, conseguia estar na praia em apenas quinze minutos.
Durante o sábado e o domingo podiam ver-me a passear pela praia, enquanto absorvia o sol de primavera e acabava de ler o livro do Grande Gatsby.

Isto traz-me de volta ao meu ponto: só comecei a realmente amar algo ('o mar') quando percebi o quanto tive saudades da praia por não viver perto dela durante toda a minha vida.
O som das marés, o sentir a areia quente, é tudo tão reconfortante e relaxante.
Em espírito de celebração em reencontrar este meu amor, decidi acabar o dia a ver o pôr do sol.
As cores rosa e azul pálidas reflectidas na água, o som do mar a bater na areia no final de tarde e eu a partilhar uma laranja com a minha amiga Sofia à beira mar. Foi um momento quase cinemático.


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