The Earrings Edit

maio 16, 2017



When it comes to jewelry, I've always followed the rule "less is more".  Sometimes taking it to the extreme of not wearing a single piece except for my silver necklace I have with me every time. 

I've currently been obsessed with it, especially earrings, as much as starting following 10 jewelry studios per week. 


Once I would never consider wearing earrings bigger than my little finger, nowadays, much due to one of my friends that is always sending me links to awesome and huge golden earrings (yes Sofia, that's you), I've grown my collection slowly and now it's part of my daily routine thinking carefully about the accessories I'm putting on. The big question is: golden or silver? 
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Quando falamos de acessórios e joalharia sempre me regi pela regra "less is more". Por vezes, mesmo levando-a ao extremo de não usar uma única peça, excepto o meu colar prata que uso todos os dias.

Ultimamente, tenho andado obcecada com joalharia, especialmente brincos. Tanto que cheguei a seguir 10 novas páginas de criadores de acessórios numa semana.

Antes nunca consideraria usar brincos maiores que o meu dedo mindinho. Hoje em dia, devido a uma amiga que me está sempre a enviar links para fantásticos brincos dourados (sim Sofia, és tu), tenho crescido lentamente a minha coleção e faz agora parte da minha rotina diária pensar e decidir sobre os acessórios que vou usar. A grande questão é: Prateado ou Dourado?




An Essay on BW Photography

maio 11, 2017



When is the right time to turn a color photo into black and white?
In the beginning of photography, black and white was a given fact, more due to technical advances (or the lack of them) than to the photographer's own choice. Now that the technology allows us to shoot in color, should we change an original color photo to black and white?

I am always a bit afraid to play with colors, not because I don't like them, but more because I don't feel comfortable with strong colours. As you can see by my past photo editing it was always very monochromatic.
Black and white for me, it's a safe spot and allows me to explore the picture without the 'distraction' that is color, look at the textures and explore the light.

These pictures simply looked better in a monochromatic palette. Can I justify killing the colours in these pictures by using a pink border? Maybe not but I just did.

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Quando é a altura certa para mudar uma foto de cor para preto e branco?
No início da fotografia, o preto e branco era um dado adquirido, não por escolha própria do fotógrafo mas devido à tecnologia da altura. Agora que os avanços tecnológicos nos permitem fotografar a cores, será que devemos tornar uma foto monocromática que era a cores originalmente?

Sempre tive alguma apreensão em trabalhar com cores, não por as detestar, mas porque não me sentia confortável com cores fortes, como talvez notem pela forma como edito fotografias.
O preto e branco para mim, tanto na forma como me visto, como na edição de fotografia, é uma área
que me dá espaço para explorar outros elementos da imagem sem a 'distracção' da cor: como as texturas ou luz de uma fotografia.

Neste caso, estas fotografias ficavam bem melhores numa paleta monocromática. Posso justificar estas fotos em preto e branco ao usar molduras rosa? Talvez não mas acabei de faze-lo.



Out Of The Box

maio 02, 2017


T-shirt - Acne Studios | Coat - Elena Miró | Scarf - Mango | Shoes: Zara | Necklace: Omnia
T-shirt - Acne Studios | Casaco - Elena Miró | Cachecol - Mango | Sapatos: Zara | Colar: Omnia

Something I realized in the past years of travelling and moving from place to place  is that when you're travelling or living in a place for a short time, you tend to look at the city's architecture with different eyes from someone who lives in it without an expiration date. 
I know this because when I moved to London I was always amazed by the beauty of the buildings and couldn't understand how Londoners could always be rushing on their daily routine and never stopped to look up and admire the breathtaking architecture above all of us. 

Same happened now that I live in Porto. 
As you might have perceived, by the innumerous pictures I take by Casa da Música, it's my favourite place to shoot. It's basically a minimalist heaven and I'm always drawn to it. 
What I didn't notice was that I always took the pictures from the same angle, never exploring the many sides of that magnificent engineering work. 
On a Sunday afternoon, almost as the sun was setting in the horizon, I finally looked at it and saw it with a new light; ten minutes later I had these pictures in my SD Card and I knew they were extra special. Mostly, because I finally looked at Casa da Música and imagined my photos out of the abstract box that I always drew in my head. 

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Algo que percebi nos últimos anos de viagens e de viver em vários sítios é que quando estamos a viajar (ou a viver numa cidade a curto prazo), temos tendência a olhar para a arquitectura dessa mesma cidade de uma forma diferente de alguém que vive lá sem data de validade.
Sei isto porque quando vivi em Londres, andava constantemente maravilhada com a riqueza arquitectónica e não conseguia perceber como é que os Londrinos estavam sempre a correr na sua rotina diária e nunca paravam, olhavam para cima e admiravam a beleza que estava perante de nós.

O mesmo aconteceu agora que vivo no Porto.
Como devem ter percebido, pelas inúmeras fotos que tiro, a Casa da Música é um dos meus sítios favoritos para fotografar. É, basicamente, o paraíso para todos os minimalistas.
O que nunca tinha percebido era que todas as fotografias que tirava eram sempre do mesmo ângulo, nunca chegava a explorar os vários lados desta magnífica obra de engenharia e arquitectura.
Num domingo à tarde, quando o sol estava quase a desaparecer, finalmente olhei para a Casa da Música e vi-a numa nova luz; dez minutos depois tinha estas fotografias no meu cartão SD e sabia que eram muito especiais.
Em particular, porque retratam o dia em que olhei para este edifício tão familiar e imaginei as fotos fora da caixa abstracta que desenhei na minha mente.
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