Streetwear Revival

abril 19, 2017





Sweater: Burberry | Bomber: Bershka | Watch: Daniel Wellington
Camisola: Burberry | Bomber: Bershka | Relógio: Daniel Wellington

Streetwear began as a reaction to fashion, described as being anti-luxury and nonconformist, it is rooted in skate and hip hop culture. 
Recently, high fashion brands have been taking over it as a strategy to reach younger audiences and to achieve that anti-fashion fashion trend. Vetements, Supreme x Louis Vuitton, Balenciaga, they're all part of this revolution. 
Street and sportswear started at non fashion related communities that were looking for comfortable clothes that would fit to their daily lives and activities. It meant free and anti-cool.
As designer Craig Ford said "Streetwear meant something exciting outside of the grey drab reality of the '80s. Without being dictated to you by TV or you know, the media, so it felt pretty free and exciting."

I've to admit, I've always been one to look at sportswear a bit from outside, my hate for sports and being a self-described ballet girl, I've always been more for pretty dresses than sneakers and bombers. 
I think it's the origins of streetwear that really attract me to it, the freeness of it all, that and the perks of wearing comfortable sneakers and warm jackets on a day of hard work. 
I think I finally gave in to streetwear style.
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O streetwear começou como uma reação à moda, descrito como sendo anti-luxo e não conformista, as suas raízes estão na cultura skater e hip hop.
Recentemente, as grandes marcas de luxo de moda têm-se inspirado no streetwear de forma a alcançar um mercado mais jovem e alcançar uma tendência anti-fashion. Vetements, Supreme x Louis Vuitton e Balenciaga fazem parte desta revolução.
O sportswear e streetwear eram dois estilos de comunidades não ligadas à moda que procuravam conforto que se moldasse ao seu dia-a-dia. Significava livre e anti-cool. 
Tal como o designer Craig Ford descreve "Streetwear meant something exciting outside of the grey drab reality of the '80s. Without being dictated to you by TV or you know, the media, so it felt pretty free and exciting."

Tenho que admitir que sempre olhei o sportswear de lado, o meu ódio por desportos de competição e tendo sempre praticado ballet, a minha tendência era para escolher vestidos bonitos em vez de ténis e bombers
Mas acho que são as origens do streetwear que me atraem mais, a liberdade que nos proporciona, isso e as vantagens de usar ténis confortáveis e casacos quentinhos num dia de muito trabalho. 
Penso que finalmente cedi ao meu lado mais desportivo




Eating Oranges By The Sea

abril 12, 2017


ph Sofia

Dress: Fifth The Label
Vestido: Fifth The Label

You know that saying "You'll only realize how much you love something when you let it go"? Well, forget it. For me it was more the other way around and when I say 'something', I mean the sea and the beach.

This story starts last week, when the temperatures decided to go up after some dreary days of grey clouds and sadness. On that warm weekend I almost forgot the fact that now I live in Porto and that, unlike all the past years of my life, I could be by the beach in just fifteen minutes. 
During Saturday and Sunday you could see me wandering around the beach, while soaking in spring sun and finishing The Great Gatsby book.

This brings me back to my point: you only really love something ('the sea') until you realize how much you've been missing it by not living near it every day of your life. The sound of the tides, the feeling of the warm sand, it's all so soothing and relaxing. 
In the spirit of celebration in re-finding this love, I decided to watch the sunset by the water. 
The pale pink and blue colors reflected in the water, the sound of the tides and me peeling a fresh orange and sharing it with my friend Sofia by the sea. It was almost cinematic. 

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Sabem aquela frase em inglês "You'll only realize how much you love something when you let it go"?
Bem, para mim aconteceu tudo ao contrário, e quando digo 'algo'/'something' falo do mar e da praia.

Esta história começa na semana passada, quando as temperaturas decidiram subir depois de dias cinzentos de chuva e melancolia. Nesse fim de semana quente, quase me esquecia de que agora vivo no Porto e que, ao contrário dos anos que passaram, conseguia estar na praia em apenas quinze minutos.
Durante o sábado e o domingo podiam ver-me a passear pela praia, enquanto absorvia o sol de primavera e acabava de ler o livro do Grande Gatsby.

Isto traz-me de volta ao meu ponto: só comecei a realmente amar algo ('o mar') quando percebi o quanto tive saudades da praia por não viver perto dela durante toda a minha vida.
O som das marés, o sentir a areia quente, é tudo tão reconfortante e relaxante.
Em espírito de celebração em reencontrar este meu amor, decidi acabar o dia a ver o pôr do sol.
As cores rosa e azul pálidas reflectidas na água, o som do mar a bater na areia no final de tarde e eu a partilhar uma laranja com a minha amiga Sofia à beira mar. Foi um momento quase cinemático.


Shed A Light

abril 04, 2017


Earrings: Zara | Watch: Daniel Wellington | Loafers: Gamiss
Brincos: Zara | Relógio: Daniel Wellington | Sapatos: Gamiss

Is light the new black? 

A while ago I remember talking to someone about photography and how the light was one of the most important things about a picture. If you look at portfolios like the one of 50's chinese photographer Fan Ho, you'll see how his command of natural light is masterful. He doesn't only use light for illumination but to create an atmosphere, to add drama and shape the composition. 

'Natural light' is a tricky thing, you can't control its intensity or range so your only option is to learn to play with it. But I always choose its natural version over artificial; yes, it's wild and uncontrollable, but at the same time it creates softer shapes and beautiful tones. 

Over a beautiful outfit, great styling or even a good camera, I think light is one of the most important things in fashion photography and specially in the kind of photography I always try to achieve.

For these shots in particular, it was the shadows created on my already black outfit and the soft afternoon rays of sunshine peeking from the window that created this moody composition. 
Making these pictures one of my favorites up to the moment. 

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Será a luz o novo preto?

Há algum tempo atrás lembro-me de falar com um amigo fotógrafo sobre fotografia e como a luz era uma das coisas mais importantes por detrás de uma imagem. Se analisarmos portefólios como o do fotógrafo chinês Fan Ho, que fotografou a revolução industrial em Hong Kong nos anos 50, vemos como o uso que ele dá à luz natural é magistral. Ele não a usa apenas para iluminação mas também para criar uma atmosfera, adicionar drama e construir a composição. 

A 'luz natural' é complicada de gerir, não se consegue controlar a sua intensidade ou incidência e a nossa única opção é ceder e aprender a trabalhar com ela.
Mas, seja em que dia me perguntem, eu vou sempre escolher a sua versão natural sobre a artificial; sim, é selvagem e incontrolável, mas ao mesmo tempo cria formas mais suaves e cores mais bonitas.

Mais que um look no ponto ou uma boa câmera, acho que a luz é uma das coisas mais importantes na fotografia de moda e principalmente no tipo de fotografia que pretendo alcançar. 

Para estas capturas em particular,  foram as sombras criadas no meu outfit já de si preto e os raios de sol de início de tarde que rompiam da janela que criaram esta composição melancólica.
Levando a que estas sejam umas das minhas fotografias até ao momento. 






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